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Orientador(es)
Resumo(s)
Ao longo dos últimos 20 anos, a arqueologia subaquática tem sofrido, enquanto disciplina científica, uma grande evolução, refletindo o despertar das diferentes sociedades para a necessidade de salvaguardar o seu Patrimônio Cultural Subaquático (PCS). Contudo, as conjunturas políticas dos diferentes estados têm levado à definição de políticas de gestão e salvaguarda que nem sempre refletem as necessidades ideais do PCS. Refletindo sumariamente sobre algumas dessas conjunturas, este trabalho visa apresentar, em linhas gerais, a evolução e a afirmação da arqueologia subaquática em Portugal, no Brasil, em Cabo Verde e no Uruguai. Incidindo sobre as questões mais prementes, serão analisados os processos relacionados com a implementação de normas legais de salvaguarda conformes à Convenção da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) de 2001, bem como o seu cumprimento. As diferentes perspectivas serão assim analisadas comparativamente, considerando as distintas sensibilidades dos contextos em questão, que envolvem tanto a defesa como a proteção patrimonial em meio aquático nos diferentes países.
Descrição
UIDB/04666/2020
UIDP/04666/2020
Palavras-chave
Patrimônio Cultural Subaquático Arqueologia subaquática Convenção da Unesco de 2001
