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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Os estudos da azulejaria portuguesa tendem a ser orientados para a compreensão dos grandes núcleos narrativos, em detrimento das representações consideradas secundárias, como: as albarradas e os vasos floridos, as caçadas e os eremitas, de entre as muitas outras figurações que forram os panos murários de igrejas e conventos. Neste artigo procurar-se-á abordar a
temática simbólica destas figurações, comuns na produção azulejar da primeira metade do século XVIII, e apresentar algumas propostas interpretativas a partir da leitura cruzada da Bíblia com o testemunho escrito que dela fizeram místicos e comentadores. O presente artigo procura, pois, reflectir sobre os motivos que conduziram à escolha e colocação destes temas nos panos murários de dois conventos de Lisboa: o da Madre de Deus e o de São Pedro de Alcântara, procurando
contribuir, eventualmente, para definir uma interpretação global que possa explicar a sua presença repetitiva em espaços religiosos.
Descrição
Revista do IHA, N.3 (2007), pp.182-197
Palavras-chave
Azulejo Século XVIII Iconografia religiosa
Contexto Educativo
Citação
Editora
Edições Colibri / Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
