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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Um cemitério é uma segunda cidade. Em Lisboa os Cemitérios Públicos Oitocentistas, foram pensados e delineados por razões higienistas, como um espaço funcional e regular, com centralidades e periferias em tudo semelhantes à morfologia urbana da cidade. Na encenação romântica do espaço cemiterial, feita através da construção de jazigos assumidos como monumentos, coube à arquitectura historicista o papel principal, tornando-se o cemitério num catálogo vivo de estilos arquitectónicos e palco da imagem da morte.
Descrição
Palavras-chave
Arquitectura funerárias Cemitérios públicos Lisboa Cemitério dos Prazeres Século XIX
Contexto Educativo
Citação
Editora
Edições Colibri / Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
