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Título: Análise comparativa do impacto das ULS (Unidade Locais de Saúde) e dos ACeS (Agrupamentos de Centros de Saúde) no processo de articulação entre os cuidados de saúde primários e os cuidados de saúde hospitalares
Autor: Matos, Inês Lourenço Dias de
Orientador: Fernandes, Adalberto Campos
Palavras-chave: Unidades Locais de Saúde
Agrupamentos de Centros de Saúde
Articulação de cuidados
Médicos de família
Especialistas hospitalares
Local Health Units
Groups of Health Centres
Healthcare Articulation
Primary Physicians
Hospital Specialists
Data de Defesa: 2013
Editora: Escola Nacional de Saúde Pública. Universidade Nova de Lisboa
Resumo: RESUMO - Introdução: O presente trabalho, desenvolvido ao longo dos últimos meses, teve como objetivo analisar comparativamente o impacto das Unidades Locais de Saúde e dos Agrupamentos de Centros de Saúde no processo de articulação entre cuidados de saúde primários e hospitais. Para tal, foram avaliadas as seguintes variáveis: frequência de contacto entre médicos de família e especialistas; percentagem de informação de retorno recebida pelos médicos de família; percentagem de recusas recebida pelos médicos de família; e tempo de espera entre o pedido das consultas hospitalares e a efetivação das mesmas para as especialidades mais referenciadas. As instituições escolhidas para o estudo foram a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco e o ACeS Cova da Beira. Metodologia: O instrumento de medida utilizado para este estudo foi um questionário, com questões de resposta aberta e fechada, dirigido a médicos de família da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco e do ACeS Cova da Beira, pretendendo assim averiguar a perceção que os mesmos têm em relação às variáveis descritas no tópico da Introdução. Resultados: Segundo dados estatísticos, meramente descritivos, os médicos de família da ULSCB apresentaram uma frequência de contacto inferior aos médicos de família do ACeS com os médicos hospitalares, e a percentagem de informação de retorno recebida pelos médicos de família da ULSCB revelou ser também inferior à recebida pelos médicos de família do ACeS. No entanto, as diferenças encontradas não puderam ser confirmadas para a amostra existente, uma vez que o teste Qui-quadrado foi inconclusivo. Quanto à percentagem de recusas recebida pelos médicos de família de ambas as instituições, e aos tempos de espera para a realização das consultas das especialidades mais referenciadas pelo ACeS Cova da Beira e pela ULSCB, a ULSCB não mostrou desvantagem significativa, mas também não revelou superioridade. Conclusão: As principais conclusões extraídas deste estudo vão no sentido de questionar a eficácia do modelo de organização institucional das ULS | Unidades Locais de Saúde no que diz respeito à articulação entre cuidados de saúde primários e cuidados de saúde hospitalares, em particular, no que se refere à partilha de informação clínica e à eficiência do processo de referenciação para consultas hospitalares.
ABSTRACT - Introduction: The present document, developed throughout the preceding months, aims to analyse, in a comparative fashion, the impact of Local Health Units and Groups of Health Centres on the articulation process between primary healthcare and hospitals. In order to do so, the following variables were evaluated: frequency of contact between primary physicians and specialists; percentage of response data received by the contacted physicians, and subsequent refusal percentage; and the elapsed time between hospital appointment requests and the actual enforcement of these appointments, for highly referenced medical specialties. The institutions chosen for this study were the Unidade Local de Saúde de Castelo Branco (ULSCB) and ACeS Cova da Beira (ACeS). Methodology: The quantitative measuring instrument used in this study consists of a questionnaire, with both open and closed-answer format questions, which was directed at primary physicians in the Unidade Local de Saúde de Castelo Branco and the ACeS Cova da Beira facilities, with the intent of ascertaining their perception on the variables described in the Introduction topic. Results: According to the, merely descriptive, statistical data gathered throughout this study, primary physicians in the ULSCB exhibited a lower frequency of contact with hospital staff doctors than those working in ACeS. The percentage of response data received by the physicians in ULSCB was also revealed to be inferior to that of ACeS’s. However, these differences could not be confirmed for the considered sample, as the respective Qui-squared distribution test was deemed inconclusive. As for the percentage of refusals received by physicians of both institutions, and the elapsed time for the enforcement of the most referenced specialty appointments of ACeS Cova da Beira and ULSCB, the study shows that the latter does not present any significant advantage or disadvantage over the former. Conclusion: The main conclusions drawn from this study are directed towards questioning the effectiveness of the institutional organization model in the ULS | Local Health Units, in special regard to the articulation between primary healthcare and hospital healthcare, and, in particular, the share of clinical information and efficiency of medical appointment processes.
URI: http://hdl.handle.net/10362/11515
Aparece nas colecções:ENSP: GOSS - Dissertações de Mestrado

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