Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10362/8017
Título: Adjihâd no extremo Sudoeste Peninsular. O recém- identificado Ribat da Arrifana (Século XII)
Autor: Gomes, Rosa Varela
Gomes, Mário Varela
Data: 2003
Editora: Colibri
Resumo: A concepção de djihâd, ou de Guerra Santa, e a sua prática, estiveram sempre presentes durante a permanência da administração muçulmana na Península Ibérica e, principalmente, tanto no início daquela como na sua fase final. A djihâd foi, e é ainda hoje, o combate religioso, considerando-se inimigos todos aqueles que professam outros credos, como os que enveredam por heresias dentro do islamismo. Ela aufere de dimensão individual, enquanto incute e faz desenvolver a fé em cada um dos crentes mas é, também, dever colectivo, na medida em que deve propagar o Islão, entre terras e populações consideradas inimigas, legitimando a guerra. Segundo Ibn al-Talla, o profeta Maomé terá incitado os seus seguidores à Guerra Santa na Península Ibérica dizendo: "O ribat terminará em todo o lado menos na ilha do al-Andalus, no Magreb Extremo, onde será o mais meritório de toda a face da terra" (Molina, 1983, p. 34). Os militares do Islão mortos em combate tomam-se mártires em nome de Alá, encontrando-se registada, durante a Idade Média, a presença, entre as tropas regulares, de voluntários, designados "gentes do ribaf ou muridún, que se ofereciam tendo em vista cumprirem obrigação canônica conforme à Guerra Santa.
URI: http://hdl.handle.net/10362/8017
ISSN: 0871-2778
Aparece nas colecções:Revista da FCSH - 2003

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