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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A presente dissertação propõe uma compreensão da experiência fundada no que esta
possui de imperceptível. Numa incursão pelo que se designa por «co-feminil», atestarse-
á que a enunciação de uma «experiência feminina», à semelhança de todo o
programa que aspire à emancipação das minorias, resvalou a conduta colectiva para
novos esquemas de cristalização da vida, estagnando a espontaneidade e fluidez
intrínsecas à transformação do socius. Em alternativa, mas nunca em oposição, defendese
a «totalidade singular», uma proposta conceptual que parte da leitura de um
manuscrito encontrado no Arquivo da Torre do Tombo, cuja análise permitirá uma
filiação da escrita à «minudência». Numa convocação do pensamento deleuziano,
insiste-se no que de singular existe na vida, isto é, um conjunto de pulsões e forças que
fundam uma comunicabilidade afeccional a partir da qual o novo emerge
incessantemente. A «totalidade singular» é o fundo que permite encontrar em Cartas de
Emília C., Sinfonia e Hermenegilda um enredamento da escrita e da vida numa leitura
produtiva, onde o Caos é a figura cuja força motriz pretendemos introduzir na rigidez
dos feminismos contemporâneos.
Descrição
Palavras-chave
Totalidade singular Co-feminil Feminismos Cartas Devir-imperceptível Afecção
