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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Com o crescimento do mercado do azeite em Portugal, existe cada vez mais a necessidade de se aproveitarem os subprodutos da sua produção. A Casa Alta insere-se neste aproveitamento, extraindo óleo de bagaço de azeitona bruto, através do uso de hexano.
A melhoria das várias etapas do processo que levem a uma melhor eficiência, controlo e maior qualidade do produto é indispensável para o crescimento da empresa e desta indústria.
Nesse âmbito, foi proposta a realização deste trabalho, que se foca na otimização do tempo gasto em análises no laboratório e no estudo da influência das características do pellet (diâmetro e humidade) na extração do óleo e da influência que o tempo de armazenagem tem no aumento do teor de acidez do óleo de bagaço bruto, no sentido de diminuir os custos associados a este aumento.
Assim, após análise ao longo de 16 horas e 7 horas, respetivamente, foram propostos modelos para as curvas de secagem e extração de diferentes amostras de bagaço de azeitona. Também se determinaram tempos ótimos de armazenamento para o bagaço húmido e bagaço seco oleoso, estudando o aumento da acidez ao longo de 2 meses e meio para o bagaço húmido e 1 mês e meio para o bagaço seco oleoso.
Esta dissertação permitiu poupar tempo de análise em todas as amostras estudadas, sendo que o tempo máximo de análise ganho foi cerca de 4 horas e meia. Verificou-se que a extração tem uma melhor eficiência com pellets de 7mm e 8% de humidade, comparativamente às outras amostras estudadas. Também se concluiu que se deve armazenar o bagaço húmido durante o menor período de tempo possível, sendo que o óleo produzido através deste ganha acidez mais rapidamente que aquele produzido a partir do bagaço seco oleoso armazenado.
Descrição
Palavras-chave
Óleo de bagaço de azeitona Secagem Extração Diâmetro de pellet Tempo de armazenagem Acidez
