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Resumo(s)
De que falamos quando falamos de inovação? A presente inquirição tenta examinar o significado corrente do conceito à medida que este circula por todos os domínios da vida económica. Se a Modernidade é um projecto histórico que continuamente força uma abertura sem precedentes para o novo, como é que a inovação responde a esse desejo? Ao tornar-se um mandato institucional sobre o sujeito trabalhador, permite-lhe explorar a sua criatividade sempre em expansão, ou empurra-o para riscos autodestrutivos e exaustão intelectual? Conforme a diferença entre trabalho e vida é elidida, e o conhecimento é colocado em fluxo constante, como podemos manter as nossas realizações mais íntimas para nós próprios? No lugar de fornecer uma resposta simples a estas questões, a tese aqui é que a inovação precisa, agora mais do que nunca, de ser confrontada com a economia política, e mais do que abraçar a cultura do novo, há que prestar mais atenção ao que ainda não pode ser melhorado ou inovado.
Descrição
Dissertação de Mestrado em Ciências da Comunicação, variante de Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias
Palavras-chave
Inovação Mobilização Destruição criativa Capitalismo
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
