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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Reconhecida pelo louvor às miudezas, a obra de Manoel de Barros desconstrói a rigidez do amadurecimento humano ao centralizar-se na magnitude de pequenos fenômenos em que a vulnerabilidade e a fragilidade se constroem como centrais ao posicionamento do homem frente ao mundo que o circunda. A crítica ao antropocentrismo, neste caso, baseia-se ainda em uma poética da fragilidade enquanto qualidade inerente e engrandecedora. Esta análise literária concentra-se, a partir da obra Memórias Inventadas, no rompimento do poeta com a rigidez dos processos de criação e crescimento, bem como na visão enaltecedora da fragilidade dos - e nos - seres. Objetiva-se, portanto, uma reflexão acerca das representações do frágil e da fragilidade no fazer poético. O volume, dedicado às suas “três infâncias”, rompe também com a construção social e temporal da força da figura adulta ao atentar para a imaginação e a vulnerabilidade como sustentáculos da experiência humana.
Descrição
UIDB/00657/2020
UIDP/00657/2020
Palavras-chave
Poética da fragilidade Análise literária Manoel de Barros Memórias Inventadas.
