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Francisco de Assis Rodrigues e as referências internacionais na escultura oitocentista

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A presente perspetiva propõe-se oferecer uma visão do academismo português e da teoria e prática escultórica de Oitocentos – em particular das referências internacionais que concorreram para a sua definição – a partir da revisão do papel central de Francisco de Assis Rodrigues (1801-1887). Primeiro professor de escultura da Academia de Belas Artes de Lisboa e mais tarde Diretor Geral da Instituição, este escultor foi considerado pela historiografia um artista desatento à realidade do seu tempo e totalmente desatualizado. Da reconfiguração da sua posição no contexto cultural e artístico português de Oitocentos, resulta, no entanto, o reconhecimento do carácter moderno do seu pensamento e da sua atenção às discussões que decorriam nos meios artísticos internacionais. Esta abordagem permite questionar a desvalorização que historiograficamente tem sido aceite dos ecos internacionais na arte portuguesa de Oitocentos (habitualmente considerados tardios e mal compreendidos) e suscitar novas discussões em torno da presença e do significado dessas referências.

Descrição

Palavras-chave

Teoria da Escultura Academismo Francisco de Assis Rodrigues Século XIX Escultura Portuguesa Lisboa

Contexto Educativo

Citação

Almeida, Sílvia Lucas Vieira de, "Francisco de Assis Rodrigues e as referências internacionais na escultura oitocentista", in Revista de História da Arte, n.º 11 (2014), pp. 225-235

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Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL

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