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Resumo(s)
O colégio jesuíta de S.to Antão‑o‑Novo foi um dos maiores empreendimentos arquitectónicos da centúria de Seiscentos, tendo o seu risco conhecido várias alterações no período filipino, no sentido de um classicismo monumental italianizante, próximo do modelo de S. Vicente de Fora. Com o patrocínio de D. Filipa de Sá, a igreja foi erguida entre 1612 e 1658, embora partes do exterior ficassem por terminar até ao século XVIII. Este artigo procura atestar a autoria projectual de Baltazar Álvares e esclarecer a direcção da obra que ficou a cargo de um dos seus discípulos, Diogo Marques Lucas. As questões associadas ao estatuto profissional dos arquitectos, a par do domínio das regras clássicas da arquitectura do tempo, são aspectos que transparecem da documentação inédita encontrada sobre a fase final da construção da igreja no século XVII, quando os contactos informados com centros artísticos externos eram já menos frequentes.
Descrição
Palavras-chave
Colégio jesuíta de Santo Antão‑o‑Novo Baltazar Álvares Diogo Marques Lucas Estatuto do Arquitecto Classicismo Arquitectura
Contexto Educativo
Citação
Branco, Ricardo Lucas, "A igreja do colégio de Santo Antão‑o‑Novo. Estudo de um paradigma desaparecido", in Revista de História da Arte, n.º 9 (2012), pp. 17-37
Editora
Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
