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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A reflexão sobre a novidade que a invenção do jacente representa, em termos artísticos e mentais, constitui o ponto de partida para a análise da evolução dos espaços funerários na arquitectura europeia ao longo da Idade Média e das funções e objectivos da representação escultórica tumular: de memória individual – o monumento, e de memória social – a imagem de si. Neste contexto, procede-se de seguida à inventariação e entendimento dos
temas, das representações dos principais centros de produção artística, para se concluir com alguns casos particulares: um contrato de encomenda de um túmulo e as arcas tumulares de D. Pedro I e de D. Inês de Castro.
Descrição
Palavras-chave
Memória Imagem Escultura tumular Século XIII-XIV Portugal
Contexto Educativo
Citação
Silva, José Custódio Vieira da, "Memória e imagem. Reflexões sobre escultura tumular portuguesa (Séculos XIII e XIV)" in Revista de História da Arte, N.1 (2005), pp. 46-81
Editora
Edições Colibri / Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
