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This article looks at three case studies to probe into the fruitful relation between art exhibitions and the publications that follow from them. Phaidon’s Exhibitions That Made Art History are examples of the weightiness of exhibitions’ reception, and useful to analyse the ploys with which exhibition histories impact the construction of art histories. A couple of Mousse magazine issues help to expand the possibilities of documentation, criticise the reliance on images and ponder if rhizomatic histories can be woven from a plurality of voices. The exhibition catalogue of When Attitudes Become Form (2013) serves to unpack exhibitions’ “aura” and the possibility of thinking beyond their (un)repeatability. Following the idea that publications cannot be regarded as neutral evocations of exhibitions, the article traces the ways in which these two platforms of display intertwine to create exhibition histories.
Este artigo aborda três estudos de caso, a fim de investigar a produtiva relação existente entre exposições de arte e as publicações que delas resultam. Os volumes Exhibitions That Made Art History da Phaidon exemplificam o impacto da receção de exposições, e são aqui usados para analisar os mecanismos através dos quais a história das exposições influencia a construção de histórias da arte. Os dois números da revista Mousse, que são também abordados neste artigo, permitirão expandir as possibilidades da documentação de exposições, criticar a nossa confiança nas imagens, e ponderar de que forma histórias rizomáticas dos eventos expositivos se podem ou não tecer a partir de uma pluralidade de vozes. O catálogo da exposição When Attitudes Become Form (2013) servirá como base para desmontar a “aura” da exposição e para podermos pensar além de sua (ir)repetibilidade. Perseguindo a ideia de que as publicações não podem ser consideradas evocações neutras de exposições, o artigo examina de que forma estas duas plataformas diferentes de exibição se articulam na criação de histórias de exposições.
Este artigo aborda três estudos de caso, a fim de investigar a produtiva relação existente entre exposições de arte e as publicações que delas resultam. Os volumes Exhibitions That Made Art History da Phaidon exemplificam o impacto da receção de exposições, e são aqui usados para analisar os mecanismos através dos quais a história das exposições influencia a construção de histórias da arte. Os dois números da revista Mousse, que são também abordados neste artigo, permitirão expandir as possibilidades da documentação de exposições, criticar a nossa confiança nas imagens, e ponderar de que forma histórias rizomáticas dos eventos expositivos se podem ou não tecer a partir de uma pluralidade de vozes. O catálogo da exposição When Attitudes Become Form (2013) servirá como base para desmontar a “aura” da exposição e para podermos pensar além de sua (ir)repetibilidade. Perseguindo a ideia de que as publicações não podem ser consideradas evocações neutras de exposições, o artigo examina de que forma estas duas plataformas diferentes de exibição se articulam na criação de histórias de exposições.
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Palavras-chave
Exhibition studies Publications Editorial Polyphony Documentation Estudos de exposição Publicações Edição Polifonia documentação
Contexto Educativo
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Editora
Instituto de História da Arte
