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Publicação

A formação dos jornalistas na viragem de oitocentos para novecentos

dc.contributor.authorPeixinho, Ana Teresa
dc.contributor.authorDias, Luís Costa
dc.contributor.institutionInstituto de História Contemporânea (IHC)
dc.coverage.spatialLisboa
dc.date.accessioned2022-04-04T22:21:42Z
dc.date.available2022-04-04T22:21:42Z
dc.date.issued2021
dc.descriptionUIDB/04209/2020 UIDP/04209/2020 PTDC/COM-JOR/28144/2017
dc.description.abstractAo longo do século XIX ser jornalista era uma ocupação reservada a homens de letras e homens de leis, que viram na imprensa uma plataforma de intervenção e reconhecimento público. Contudo, no último quartel do século a situação alterou-se, perante uma mudança no mercado dos bens simbólicos, e foi este o período determinante na autonomização do jornalismo enquanto profissão autónoma numa modernidade inscrita na viragem para o século XX. Um dos aspetos decisivos para a profissionalização, e que pode ajudar a compreender as tensões e disputas simbólicas no campo intelectual por parte de um setor emergente e crescente de jornalistas, é precisamente a formação da classe. No caso do jornalismo português, o estudo da formação de jornalistas tem sido feito a partir de meados do século XX (Sobreira, 2003), havendo poucos dados concretos sobre as competências técnicas e formativas dos jornalistas do período agora em estudo. É no quadro do movimento associativo de final do século, a partir de 1880, que o ensino da profissão entra de alguma forma no horizonte. Sabe-se também que, além do caso norte-americano (Mollier et al., 2006), em contextos similares europeus, este é um campo essencial para a compreensão da construção identitária da classe, com repercussões na sua legitimação simbólica e com consequências concretas no robustecimento do espaço público (Delporte, 1999; Cornu & Ruellan, 1993). Esta abordagem procura saber o que se passou em Portugal: através de fontes primárias e testemunhos de época, compreender que formação tinham os jornalistas que, na viragem de oitocentos para novecentos, alimentavam redações de grande dimensão, como em jornais de espectro tão diferenciado como o Diário Ilustrado, O Século ou O Mundo, o que nos leva a estudar formas de acesso à cultura e à aprendizagem, fenómenos de autodidatismo e de educação informal que se refletem no Jornalismo e permitem definir a sua escola.en
dc.description.versionpublishersversion
dc.description.versionpublished
dc.format.extent14
dc.format.extent128400
dc.identifier.doi10.34619/qnld-nnie
dc.identifier.isbn978-989-9048-04-1
dc.identifier.isbn978-989-9048-05-8
dc.identifier.otherPURE: 42946963
dc.identifier.otherPURE UUID: 7dc07204-4f9b-496a-af5e-d1ce09840c9b
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/135794
dc.identifier.urlhttps://colecaoicnova.fcsh.unl.pt/index.php/icnova/article/view/4
dc.language.isopor
dc.peerreviewedno
dc.publisherICNOVA – Instituto de Comunicação da Nova
dc.subjectEnsino profissional
dc.subjectEnsino informal
dc.subjectAssociativismo
dc.subjectJornalistas
dc.subjectHomens de letras
dc.subjectProfessional training
dc.subjectInformal education
dc.subjectAssociative movements
dc.subjectJournalists
dc.subjectMen of letters
dc.titleA formação dos jornalistas na viragem de oitocentos para novecentospt
dc.typebook part
degois.publication.firstPage29
degois.publication.lastPage42
degois.publication.titlePara uma história do jornalismo em Portugal II
degois.publication.volume2
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccess

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