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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A literatura em torno da articulação entre juventude e política oscila frequentemente entre visões pessimistas, que apontam para a pouca participação e desinteresse demonstrados pelos jovens ou, pelo contrário, visões mais otimistas, que destacam o vigor de formas de participação mais difusas e extrainstitucionais. Na verdade, pelo facto de estarmos perante uma categoria socioetária vasta e heterogénea, marcada por condições socioculturais muito distintas, certamente que ambas as visões retratam realidades juvenis. Não são, por isso, perspetivas absolutamente antagónicas. Neste artigo, procuramos debater as questões da articulação entre juventude e política a partir de uma conceção do jovem enquanto sujeito político, marcado por uma condição de liminaridade (e subalternidade).
Descrição
UIDB/04647/2020
UIDP/04647/2020
Palavras-chave
Junventude Política Agência Liminaridade
