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Orientador(es)
Resumo(s)
In this essay, I discuss two online manifestations of exhibition reprises as memory devices: the microsite and the online catalogue raisonné. For the most part, as currently conceived, these two online forms of remembering exhibitions embody two very different mentalities. Microsites habitually are generated at the time of an exhibition and are born digital; catalogue raisonnés are generated much later and often rely on analogue precedents for design. In addition to promoting the digitally conceived catalogue raisonné, I urge the dual strategy of maintaining active links to historic microsites and the retroactive creation of new ones as vehicles for rewriting the exhibition history canon. My primary examples are drawn from the Centre Georges Pompidou.
Neste ensaio, é apresentada uma reflexão em torno de duas manifestações online de evocação de exposições, concebidas como dispositivos de memória: o microsite e o catálogo raisonné online. De um modo geral, estas duas formas de recordar exposições têm naturezas muito diferentes: os microsites são habitualmente gerados durante o processo de organização e abertura da exposição ao público, e são desde logo concebidos numa forma digital; os catálogos raisonnés são gerados muito mais tarde, e muitas vezes dependem de precedentes analógicos na sua conceção e organização. Recorrendo a exemplos relacionados com a atividade expositiva do Centro Georges Pompidou, este artigo argumenta a favor da criação de catálogos raisonnés de exposições em formato digital, e defende que quer a manutenção de links ativos para microsites de exposições, quer a criação retroativa de novos links, são instrumentos essenciais para se reescrever o cânone da História das Exposições
Neste ensaio, é apresentada uma reflexão em torno de duas manifestações online de evocação de exposições, concebidas como dispositivos de memória: o microsite e o catálogo raisonné online. De um modo geral, estas duas formas de recordar exposições têm naturezas muito diferentes: os microsites são habitualmente gerados durante o processo de organização e abertura da exposição ao público, e são desde logo concebidos numa forma digital; os catálogos raisonnés são gerados muito mais tarde, e muitas vezes dependem de precedentes analógicos na sua conceção e organização. Recorrendo a exemplos relacionados com a atividade expositiva do Centro Georges Pompidou, este artigo argumenta a favor da criação de catálogos raisonnés de exposições em formato digital, e defende que quer a manutenção de links ativos para microsites de exposições, quer a criação retroativa de novos links, são instrumentos essenciais para se reescrever o cânone da História das Exposições
Descrição
Palavras-chave
Exhibition microsites Catalogue raisonné elles@centrepompidou Restitution Microsites de exposições Catálogo raisonné Restituição
Contexto Educativo
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Editora
Instituto de História da Arte
