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Publicação

Romantismo inglês : uma interpretação

dc.contributor.authorSousa, Maria Leonor Machado de
dc.date.accessioned2010-10-25T17:21:50Z
dc.date.available2010-10-25T17:21:50Z
dc.date.issued1980
dc.description.abstractApesar de se utilizar com freqüência o termo «escola romântica», apesar de ter sido possível, em certos cases, marcar datas limites para o período em que se desenvolveu a literatura dita romântica, a verdade é que nada disto é mais que convenção para facilidade de estudo. De facte, não há uma teoria romântica que defina uma praxis, «há tantos romantismes como românticos», segundo definição de um crítico (H. Bremend). Paul Valéry reforçou definitivamente esta idéia, quando considerou que «seria precise ter perdido todo o espírito de rigor para tentar definir o romantismo». O Romantismo é sobretudo um estado de espírito, que tem na base uma necessidade de afirmação pessoal do artista, cuja inspiração não cabe nos limites impostos pelos critérios de uma época e para quem a arte é uma realização de si próprio e o leva a isolar-se num mundo sò seu. Isto justifica, por exemple, que o drama seja a forma literária que menos atraiu es românticos.en_US
dc.identifier.citationpp. 7-23en_US
dc.identifier.issn0871-2778
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/4212
dc.language.isoporen_US
dc.publisherFaculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboaen_US
dc.relation.ispartofseries;N.1
dc.subjectRomantismoen_US
dc.subjectLiteratura inglesaen_US
dc.titleRomantismo inglês : uma interpretaçãoen_US
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
my.embargo.termsnullen_US
rcaap.rightsopenAccessen_US
rcaap.typearticleen_US

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