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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
This report explores the integration of social justice education into English as a
Foreign Language (EFL) teaching, using multimodal resources as key pedagogical tools.
Grounded in an action-research approach, the study unfolded over an eight-month period,
from observation to intervention, and was carried out with a 9th-grade class in the
Portuguese public education system and aimed to examine how socially relevant topics,
such as gender inequality, migration, and artificial intelligence, can foster critical thinking
and increase student engagement. By bridging language content with ethical and societal
issues, the classroom became a space for dialogue, reflection, and transformation.
Analysis of both qualitative and quantitative data reveals that language learning, when
connected to human experience and systems of power, takes on renewed purpose: to shape
learners who are both linguistically competent and ethically aware. More than teaching
English, this report advocates for a pedagogy that teaches students to ask better questions
and to care more deeply.
Este relatório explora a integração da educação para a justiça social no ensino de Inglês como Língua Estrangeira (EFL), através da utilização estratégica de recursos multimodais. Assente numa abordagem de investigação-ação, o estudo decorreu ao longo de oito meses, desde a observação à implementação, e foi realizado numa turma do 9.º ano do ensino público português e propôs-se examinar de que forma temas socialmente relevantes, como desigualdade de género, migração e inteligência artificial, podem fomentar o pensamento crítico e aumentar o envolvimento dos alunos. Ao articular conteúdos linguísticos com questões éticas e sociais, as aulas tornaram-se espaços de diálogo, reflexão e transformação. A análise dos dados qualitativos e quantitativos revela que a aprendizagem da língua, quando conectada à experiência humana e às estruturas de poder, adquire um novo sentido: o de formar cidadãos linguística e eticamente conscientes. Mais do que ensinar inglês, este relatório defende uma pedagogia que ensina a perguntar melhor e a importar-se mais.
Este relatório explora a integração da educação para a justiça social no ensino de Inglês como Língua Estrangeira (EFL), através da utilização estratégica de recursos multimodais. Assente numa abordagem de investigação-ação, o estudo decorreu ao longo de oito meses, desde a observação à implementação, e foi realizado numa turma do 9.º ano do ensino público português e propôs-se examinar de que forma temas socialmente relevantes, como desigualdade de género, migração e inteligência artificial, podem fomentar o pensamento crítico e aumentar o envolvimento dos alunos. Ao articular conteúdos linguísticos com questões éticas e sociais, as aulas tornaram-se espaços de diálogo, reflexão e transformação. A análise dos dados qualitativos e quantitativos revela que a aprendizagem da língua, quando conectada à experiência humana e às estruturas de poder, adquire um novo sentido: o de formar cidadãos linguística e eticamente conscientes. Mais do que ensinar inglês, este relatório defende uma pedagogia que ensina a perguntar melhor e a importar-se mais.
Descrição
Palavras-chave
Social justice Justiça Social Critical thinking Pensamento Crítico Transformative learning Aprendizagem Transformativa Secondary education Ensino Secundário English as a foreign language Inglês como Língua Estrangeira Action research Investigação-ação Relatório de estágio
