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Projeto de investigação
Institute of Art History
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Quinta de Vila Franca, Portela do Mondego, Coimbra
Publication . Pereira Coutinho, Maria João; Trigueiros, António Júlio; Instituto de História da Arte (IHA)
Este texto dá a conhecer a Quinta de Vila Franca, localizada na Portela do Mondego, pertença do Colégio de Jesus de Coimbra desde o último quartel do séc. XVI. Essa propriedade foi o local de refúgio dos jesuítas de Coimbra na época em que a peste assolou essa cidade, bem como espaço de descanso semanal.
Luís Serrão Pimentel
Publication . Conceição, Margarida Tavares da; Instituto de História da Arte (IHA)
Almas de Pedra. Escultura Tumular
Publication . Rossi Vairo, Giulia; Ramôa Melo, Joana; Vilhena de Carvalho, Maria João; Instituto de Estudos Medievais (IEM); Instituto de História da Arte (IHA)
A escultura tumular constitui uma fonte privilegiada para o perscrutar da Idade Média, amplamente reconhecida e consideravelmente explorada pela comunidade científica internacional. O túmulo medieval, simultaneamente fenómeno artístico, estético, espiritual, histórico, antropológico, sociológico e cultural, obriga a uma abordagem ampla e interdisciplinar. Desvendando personagens e processos, materializando pensamentos, combinando, de forma dinâmica e complexa, revelações do corpo e da alma de uma existência individual que assim se perpetua, o momento abre-nos uma janela sobre realidades por outro meio difíceis - ou impossíveis - de alcançar. Da criação à musealização: é neste ciclo de longa duração e multifacetado, nesta espécie de vida total dos monumentos funerários, que se pretende repensar, entender, questionar e perspectivar o túmulo medieval neste volume que reúne contributos de investigadores, museólogos e restauradores de diversas nacionalidades revelando a riqueza, a pertinência e o potencial da temática.
Manuel Mexia da Silva
Publication . da Cunha Serrão, Vera; Conceição, Margarida Tavares da; Instituto de História da Arte (IHA)
O retrato em ruínas e o corpo que nos olha
Publication . Serra, Filomena; Instituto de História da Arte (IHA); UMinho Editora
Este artigo discute a pintura Olympia de Édouard Manet e a cópia pintada por Guilherme de Santa-Rita, apresentada na exposição da Academia de Belas-Artes, inaugurada em 18 de Março de 1911, entendendo que esse trabalho deve ocupar um lugar significativo na historiografia da arte em Portugal, sobretudo para a história do modernismo português nas artes plásticas. O artigo destaca a recepção dessa cópia apresentada naquela exposição, precisamente no dia anterior à Exposição Livre de 1911. A Olympia de Santa-Rita, hoje lamentavelmente esquecida, questionou a pintura e o género do retrato em Portugal, a sua relação com o corpo logo no início do século, quando não toda a hipocrisia de uma sociedade. Relembrá-la é fundamental para a historiografia da arte do retrato em Portugal. This article discusses Olympia, the painting by Édouard Manet, and its copy by Guilherme de Santa-Rita presented at the Academia de Belas-Artes exhibition inaugurated the 18th of March, 1911. I believe that Santa-Rita’s painting must occupy a significant place in art historiography in Portugal, namely the history of Portuguese modernism. The article emphasizes the reception of Olympia’s copy presented precisely the day before the 1911 Free Exhibition. Santa-Rita’s copy, regrettably forgotten nowadays, questioned Portuguese painting and the portrait genre in particular, namely their relation with human body at the beginning of the 20th century, as well as the overwhelming hypocrisy of the whole society. To remember this painting is essential for the history of portrait art in Portugal.
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6817 - DCRRNI ID
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UID/PAM/00417/2019
