Biga, Ágata2019-06-112019-06-112018978-989-98388-4-0PURE: 12763946PURE UUID: 14706bc5-611b-4e5d-b3b0-349adeeff944http://hdl.handle.net/10362/72393UID/PAM/00417/2013Os moinhos do Faial constituem um património ligado à memória da colonização da ilha, que incluiu colonizadores da Flandres. Para além do moinho de tipo dito holandês, existem também na ilha moinhos de tradição portuguesa e exemplares resultantes da fusão dos dois tipos. Em 1989 a então Secretaria Regional de Turismo e Ambiente inventariou 39 moinhos no Faial, dos quais 11 foram classificados como Imóvel de Interesse Público em 1996. Em finais de 2010, a Junta de Freguesia do Salão deu início à recuperação do Moinho da Chã, processo terminado em Abril de 2014. No início de 2011, a Junta de Freguesia das Angústias deu início à reabilitação do Moinho do Pasteleiro, processo actualmente em curso. Contudo, a maioria deste património encontra-se ao abandono. Simultaneamente, a memória da colonização está afastada da realidade da população. A natureza rural deste património, considerando o actual abandono do mundo rural, será uma das causas para a sua desactivação. Trata-se de um património que pertence ao passado e cuja salvaguarda terá de passar pela reintegração no presente. Este artigo aborda as relações entre a preservação da memória e a salvaguarda do património, e espera contribuir para o interesse pela reabilitação dos moinhos do Faial.1088100porMoinhosFaialReabilitaçãoPatrimónioMemóriaOs Moinhos ditos Holandeses na Ilha do Faialconference objectRelações entre a memória e a salvaguarda do património