Marconi, DieisonVázquez-Rodríguez, Lucia GloriaMarques, BrunoBortolon, Flávia Jakemiu Araújo2025-02-192025-02-1920231415-9945PURE: 110649240PURE UUID: 43b24d78-453d-4e88-88b9-e8602363df28Scopus: 85189671941http://hdl.handle.net/10362/179389Diante da compreensão de que compartilhamos um passado histórico e sociocultural recente e similar (semiperiférico, ditatorial, colonial, cristão, monoteísta patriarcal), o que as artes ibero-americanas teriam a dizer sobre as ficções dominantes e com que ferramentas estéticas e dissensuais fariam frente a um consenso policialesco de gênero, sexualidade, raça e classe social? Que cenas, gestos e rostos, mesmo que transitórios, ambíguos e relacionais, poderiam perturbar determinados regimes policialescos não apenas de raça, gênero e classe, mas também perturbar as próprias ficções dominantes no campo das artes? Com este número, pretendemos analisar então as operações discursivas e estéticas que ocorrem quando são as subjetividades subalternas que representam a si mesmas, em vez de serem retratadas a partir do olhar de um Outro hegemônico que frequentemente procura coisificá-las, dominá-las e observá-las de uma distância que não contamine sua subjetividade.8222844porAutorrepresentaçãoIdentidade e diferençaArtes visuais ibero-americanasGêneroHistoryNarcisos insubmissoseditorial10.4025/dialogos.v27i3.71308autorrepresentação, identidade e diferença nas artes visuais ibero-americanashttps://www.scopus.com/pages/publications/85189671941https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/Dialogos/article/view/71308