Alarcão, Miguel2025-03-082025-03-082024-011646-740XPURE: 112024600PURE UUID: 3aeab4f7-8a4d-4467-b41e-8a96f72f79deORCID: /0000-0002-0831-1941/work/179618262http://hdl.handle.net/10362/180292UIDB/04097/2020 UIDP/04097/2020Esta recensão, inspirada pela homofonia com uma das canções mais icónicas da banda britânica “The Moody Blues” (1967)[1], tem por objecto uma obra de Ethan Hawke, Rules for a Knight. The Last Letter of Sir Thomas Lemuel Hawke, originalmente publicada em 2015[2]. Nascido em 1970, Ethan Hawke é, além de autor, um conhecido actor, director e produtor norte-americano, tendo merecido quatro nomeações para os Óscares da Academia de Hollywood, entre outras distinções, e figurando em dezenas de filmes e séries televisivas desde a década de 1980, incluindo o emblemático Dead Poets Society (1989). Hawke foi também o primeiro marido (1998-2005) da actriz Uma Thurman (n.1970) e, curiosamente, a obra em apreço é ilustrada pela sua segunda mulher, Ryan, numa materialização, por assim dizer, da própria complementaridade ‘conjugal’ entre a palavra e a imagem, tão profundamente característica da cultura, civilização e literacia medievais.10356467porRecensãoAWKE, EthanRules for a KnightRecensão / Review: HAWKE, Ethan – Rules for a Knight. The Last Letter of Sir Thomas Lemuel Hawkereview10.4000/12ufu[London:] Penguin Books, 2015https://medievalista.iem.fcsh.unl.pt/index.php/medievalista/article/view/680