Correia, Clara NunesLeal, Audria Albuquerque2020-03-312020-03-312019978‑972‑9347‑28‑3978‑972‑9347‑27‑PURE: 17565638PURE UUID: 242953fb-9bc4-4119-8f20-4e054473d68bhttp://hdl.handle.net/10362/95365UID/LIN/03213/2013 UID/LIN/03213/2019 UID/CCI/04667/2019 SFRH/ BPD/111234/2015Têm-se como preocupação central entender a atualidade da relação que se estabelece entre as variadas vertentes que suportam hoje em dia a Moda e o seu lugar no domínio da semiótica. Assim, o nosso trabalho assenta, essencialmente, na possível discussão dos possíveis caminhos que permitem, nos dias de hoje, gerar um objeto de estudo e discutir como se instaura enquanto construtor de diferentes significados. Para isso, centraremos a nossa atenção na forma como, e a partir de uma releitura de Barthes 1967, a ‘moda’, enquanto objeto semiótico, é construída nas revistas portuguesas Vogue e Máxima de 2017. Assim, e seguindo, por um lado, algumas das linhas veiculadas por Barthes, e por outro, as propostas apresentadas no âmbito da Gramática do Design Visual (Kress e van Leeuwen (1996/2006), neste trabalho teremos sobretudo em atenção a discussão dos elementos disponibilizados no nosso corpus que nos permitem verificar de que forma pode ser validado ou invalidado o conceito de valor do signo vestimentar (terminologia de Barthes).15342411porModa escritaModa visualValorLeituras da Modaconference objecta construção de um objeto semiótico