Joanaz de Melo, Cristina2020-02-122020-02-1220191699-7778PURE: 16214438PURE UUID: 030505f4-b7a3-4679-abee-3b143607d568WOS: 000505075900020ORCID: /0000-0003-2190-2209/work/120526362http://hdl.handle.net/10362/92599UID/HIS/04209/2019 DL 57/2016/CP1453/CT0048Este trabalho trata o tema da regeneração florestal nas matas reais em Portugal, entre os séculos XVIII e XIX, numa geografia e numa cronologia onde se assume, até ao presente que, houve destruição gradual e compulsiva destes recursos. Observam-se contextos de abate, regeneração e manutenção de florestas na longa duração demonstrando que não se verificou apenas destruição sistemática da floresta mas processos de desgaste e recuperação da mancha florestal em intensidades variáveis entre 1706 e 1824. Salientam-se exercícios de manutenção da floresta praticados anteriormente ao nascimento da silvicultura Oitocentista.32448983porRenovação florestalManutenção florestalArboriculturaPodasFisiocraciaGeneral Arts and HumanitiesMenos Coutadas melhores Pinhaisjournal articleimpério, inundações, fisiocracia, guerra e especialização das matas reais em Portugal (1777-1824)https://apps.webofknowledge.com/full_record.do?product=WOS&search_mode=GeneralSearch&qid=68&SID=E1zeERtR6aPGZZHejpk&page=2&doc=20http://www.tiemposmodernos.org/tm3/index.php/tm/index