Loureiro, La Salette2021-12-132021-12-132021978-972-674-895-3PURE: 35297584PURE UUID: 3b1a6b8b-7840-494f-ab45-88d826f37c58ORCID: /0000-0001-9236-2735/work/161418099http://hdl.handle.net/10362/129114UIDB/04666/2020 UIDP/04666/2020A ficção de Nuno Bragança tem subjacente uma visão do Homem e do Universo que assume claramente a perspectiva evolucionista, mantendo-se esta em pano de fundo, mas aflorando frequentemente à superfície do texto. Esta questão ganha um particular relevo pelo facto de o autor ser um católico progressista, podendo esta opção, por esse motivo, entrar em conflito com as directrizes da Igreja. Porém, ela é facilmente explicável se tivermos em conta a contemporaneidade do autor com as teorias do cientista e teólogo francês Teilhard de Chardin e do historiador Arnold J. Toynbee, ambos referidos e citados pelo autor. A presença desta perspectiva manifesta-se nas frequentes referências à sequência evolutiva do Homem e do Universo, mas também no posicionamento e no questionamento dos narradores e personagens, que de várias formas articulam e equacionam a frase “Vindos donde, indo para onde?”.13403638porNuno BragançaEvoluçãoA Noite e o RisoDirectaSquare TolstoiEvolutionA perspetiva evolucionista na ficção de Nuno Bragançabook part10.34627/rypn-vz41