Pereira, ElisabeteNunes, Maria de Fátima2019-07-022019-07-0220192182-9543PURE: 13788034PURE UUID: 3720d142-9679-4c42-8ace-bdee8d55372chttp://hdl.handle.net/10362/74309UID/HIS/04209/2019A partir da década de 1980 a história da ciência passou a valorizar os objetos científicos como fontes primárias de investigação, demonstrando as inovadoras perspetivas que estes poderiam abrir sobre as relações locais e globais de produção de conhecimento. Os objetos científicos refletem tecnologias e contextos, espelham diferentes aspetos económicos, culturais, sociais e intelectuais das sociedades, mas são também o ponto de partida para conceder visibilidade a dinâmicas sociais e científicas de personalidades que criaram coleções, que fundaram e desenvolveram museus, que produziram conhecimentos sobre o passado e estabeleceram redes de comunicação, de trocas e de difusão pelo mundo ocidental. Neste artigo reconstituímos a biografia de um objeto do Museu Nacional de Arqueologia (MNA) – uma pátera romana (séc. I d.C. - II d.C.) que se encontra nas coleções do museu desde 1905 – para evidenciar as potencialidades desta metodologia aplicada à história das instituições museológicas, neste caso aos museus de arqueologia.14779437porHistory of scienceCollectingObject biographyMuseologyArchaeologyA (in)visibilidade de um objeto romano do Museu Nacional de Arqueologiajournal article10.4000/midas.1685Leituras de história da ciência