Baptista, VirgíniaAlves, Paulo Marques2025-02-042025-02-042024-12-050874-9620PURE: 108624766PURE UUID: 4a1a4654-c4d1-4923-bc1e-27f1a5622ac5ORCID: /0000-0003-0490-6881/work/177366607http://hdl.handle.net/10362/178427UIDB/04004/2020Este artigo pretende analisar a situação da disciplina de História da Cultura e das Artes, concretamente a visibilidade das mulheres artistas nos documentos desta disciplina do ensino secundário, e os seus impactos para a inclusão e a cidadania em Portugal. Para este objetivo, analisámos os principais documentos emanados do Ministério da Educação: Lei de Bases do Sistema Educativo, o Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória (12.º ano) e as Aprendizagens Essenciais da disciplina de História da Cultura e das Artes. Debruçámo-nos, também sobre os manuais adotados pelo grupo disciplinar. Constatámos que nos dois manuais, do 10.º e 11.º anos, apenas foram retratadas 14 mulheres artistas, a maioria inseridas no período contemporâneo e no espaço geográfico europeu. A partir das indagações, reflexões e críticas dos/as alunos/as sobre esta invisibilidade adotou-se uma prática docente que incluiu metodologias de investigação, sessões científicas com especialistas, realização de trabalhos que proporcionassem uma visão mais global da História da Cultura e das Artes, integrando mulheres artistas de todo o mundo. Finalizamos com o estado da arte sobre a visibilidade das mulheres nas artes.23278880porEducaçãoArteMulheresInclusãoCidadaniaA História da Cultura e das Artes no sistema educativo e os seus impactos para a cidadaniajournal article10.25757/invep.v14i3.393https://ojs.eselx.ipl.pt/index.php/invep/article/view/393