Moniz, MárioPereira, Ana IsabelRodrigues, Helena2025-05-072025-05-072025-012976-0178PURE: 105573080PURE UUID: 552b11df-6991-4b0a-b9be-40318ba7eb6fORCID: /0000-0002-4218-1028/work/183499826ORCID: /0000-0003-4519-6716/work/183499993http://hdl.handle.net/10362/182765UID/00693/2025 https://doi.org/10.54499/UID/00693/2025Alguns estudos têm demonstrado que a participação em aulas de música no pré-escolar tem influência no desenvolvimento da consciência fonológica (Degé et al., 2011; Vidal et al., 2020). A maioria das investigações apresenta um design longitudinal e verifica-se que a seleção de materiais e métodos varia amplamente. Este artigo analisa a seleção de repertório no âmbito de uma investigação neste campo de estudo e que incluiu uma intervenção de 18 sessões realizadas em 2024, envolvendo 47 crianças dos 4 aos 6 anos de idade, residentes em S. Miguel, Açores. O programa desenhado incluiu 23 canções e 8 cantos rítmicos. Foram usadas todas as tonalidades (maior, menor, dórica, frígia, lídia, mixolídia, eólia, lócria) e métricas usuais e não usuais. A análise é orientada por critérios de planificação de aulas de música que valorizam a variedade métrica e tonal, canções com e sem palavras e a integração do movimento fluido e contínuo nas atividades — segundo os princípios da Teoria de Aprendizagem Musical (Gordon, 2015) —, destacando a sua relação intrínseca com a promoção da consciência fonológica. Discute-se ainda o papel do professor enquanto compositor de material musical para uso em sala de aula e a importância para o seu desenvolvimento musical e artístico.191208466porTeoria de aprendizagem musicalProfessor-compositorConsciência fonológicaRepertório musicalPré-escolar“O índio Joãozinho” e a promoção da consciência fonológica?journal article10.25659/rpem.v1i150.40Contributos da Teoria de Aprendizagem Musical para a seleção de repertóriohttps://rpem.apem.org.pt/index.php/revista/article/view/40