Gonçalves, Iria2010-10-272010-10-271980pp. 153-2040871-2778http://hdl.handle.net/10362/4234Revista da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, N.1(1980)Como um dos mais ricos proprietários que de facto era, o rei possuía bens imóveis profusamente espalhados por todo o país, desde as pequenas leiras minhotas às azenha algarvias, desde as salinas ribatejanas aos soutos beirões. E se é certo que a maior parte desses bens era contituída por propriedades rústicas, também sabemos que em várias cidades e vilas detinha o monarca importantes rendimentos, provenientes dos prédios urbanos que nelas possuía. Entre essas cidades e vilas, Lisboa, como ê natural, não podia deixar de figurar (^). Desde sempre e incontestavelmente a mais importante do país, ela distanciou-se mais ainda de todas as outras povoações durante os séculos xiv e xv.porAspectos económico-sociais da Lisboa do século XV estudados apartir da propriedade régiajournal article