Godinho, PaulaAntunes, Maria Paula de Sousa Pereira Nogueira2010-11-042010-11-042010-02http://hdl.handle.net/10362/4250Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Antropologia, Poder e IdentidadeNa Marinha Grande, a reunião de um conjunto de factores, entre os quais a existência de uma memória local, construída com base em redes familiares, sociais e laborais, permitiram que ali acontecessem, durante o período do Estado Novo, um conjunto de movimentos, de vária índole, que configuravam uma permanente resistência ao regime que então vigorava em Portugal. Partindo de um momento primordial, o “18 de Janeiro de 1934”, e com base nas histórias de vida de quem protagonizou os referidos movimentos, pretende-se mapear a forma como a nível local é vivida esta dialéctica, que conjuga a realidade local, as orientações emanadas de um partido político, face a um Estado eminentemente totalitário, bem como, ver a forma como no presente esses movimentos se constituem como um importante reportório, sujeito a reapropriações várias e passível de novas reactivações.Marinha GrandeResistênciaIdentidadeTrabalhoOperariadoNo tempo em que os homens usavam chapéus : uma abordagem à resistência operária na Marinha Grande durante o Estado Novomaster thesis