Kremer, Maria de Jesus Duran2016-03-022016-03-022008Kremer, Maria de Jesus Duran, "Mosaicos geométricos de Villa Cardílio. Algumas considerações", in Revista de História da Arte, n.º 6 (2008), pp. 61-771646-1762http://hdl.handle.net/10362/16606A decoração do pavimento de uma sala obedecia, ontem como hoje, a uma escolha prévia de toda a decoração, de forma a conseguir um efeito global harmónico e coerente. A decoração do pavimento com mosaico exigia, a priori, uma primeira escolha entre uma decoração meramente geométrica, figurativa ou mista, com ou sem elementos vegetais ou animais de preenchimento dos espaços criados. Qualquer que fosse a escolha, o pavimento era tratado como uma superfície uniforme, que cabia decorar de acordo com a iconografia escolhida pelo proprietário. No caso de uma composição não decorativa recorre-se em geral a um esquema geométrico pré-definido, que pode prever a utilização de diferentes composições: se de superfície, recorre-se a um único esquema geométrico para toda a superfície a decorar; se se individualizam diferentes zonas prioritárias num mesmo pavimento, pode recorrer-se a esquemas diferenciados. A escolha feita, ligada à sintaxe argumental do pavimento, permite frequentemente situá-lo no tempo e no ambiente musivo em que se enquadra. O presente artigo debruça-se sobre os esquemas de ordenamento geométrico de Villa Cardílio, Torres Novas (Portugal).porEsquema GeométricoComposiçãoVilla CardílioSintaxe ArgumentalMosaicoPrograma IconográficoMosaicos geométricos de Villa Cardílio. Algumas consideraçõesjournal article