Magalhães, MarinaMiranda, José Augusto Nunes Bragança de2019-05-072019-05-072017-07-012525-958XPURE: 12367554PURE UUID: b24df677-785c-49b4-b0a3-a9b3ff9c1880ORCID: /0000-0002-1124-8269/work/57338067https://fapcom.edu.br/revista-paulus/index.php/revista-paulus/article/view/56UID/CCI/04667/2016O espalhar-se no mundo de formas de protestos, conflitos e participação mediados pelos social networks revela novas características sobre a qualidade da ação, interpretada sociologicamente como um agir exclusivo dos ditos atores sociais, e hoje assume a forma de um ação reticular, integrando atores de naturezas distintas, colaboração de dados, dispositivos móveis, circuitos informativos etc. A visão humanista interpreta o ativismo em rede, ou net-ativismo, como a expansão digital da esfera pública, como espaço para uma democracia mais participativa diante da crise da política ocidental. Entre as pistas teóricas e os rastros empíricos dos movimentos net-ativistas europeus, convidamos a pensar o fenômeno para além dessa dimensão política e antropocêntrica.201669282pornet-ativismodemocraciaredes sociais digitaisComunicação. PolíticaDemocracia participativa.Pós-humanismoEcologia da ação em redeDemocracia e comunicação nas redes sociais digitaisjournal article10.31657/rcp.v1i2.56o net-ativismo para além da participação sem partidoshttps://fapcom.edu.br/revista-paulus/index.php/revista-paulus/article/view/56