Nunes, Ariadne2020-07-132020-07-132020-031983-6821PURE: 18987861PURE UUID: a41d04b1-4d3b-4264-a83b-1d109bf43525Scopus: 85084358260http://hdl.handle.net/10362/100820UIDB/00657/2020 UIDP/00657/2020A crítica genética e a crítica literária têm, até agora, sido vistas como dois modos diferentes de olhar para os textos. Enquanto os críticos literários interpretam o texto, isto é, o resultado do processo de escrita, a crítica genética concentra a sua atenção no acto de escrita de um autor, sem refletir sobre as consequências que o processo tem sobre o produto final - o texto tal como será lido. Neste artigo, pretendo, usando como pretexto o manuscrito autógrafo existente de Esaú e Jacó na Academia Brasileira de Letras, pensar sobre a possível interseção entre os movimentos de escrita de Machado de Assis, detectáveis neste testemunho, e a reflexão que o próprio Machado faz, nos seus textos, em particular os da denominada segunda fase machadiana, versando a escrita de livros.143727534porMachado de Assisprocesso de escritaemendaerrataEntre a crítica genética e a crítica literária, a propósito de uma edição electrónica de Esaú e JacóApropos a digital edition of Esau and Jacob, Reflections on Genetic and Literary Criticismjournal article10.1590/1983-6821202013296https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-68212020000100079&lng=en&nrm=iso&tlng=pt