Domingues, Susana Isabel AntunesMarques, Sandra C. S.2021-03-302021-03-302018978-989-98388-4-0PURE: 12764269PURE UUID: 04bae078-958d-41bd-a136-abdbb40fdb3chttp://hdl.handle.net/10362/114768UID/HIS/04209/2013Os roteiros culturais assumem-se hoje como uma ferramenta que aproxima públicos e patrimónios. O mesmo sucede para o património industrial. Importantes meios de conhecimento e fruição permitem, simultaneamente, que os espaços que se encontrem à nossa volta adquiram uma espessura diversa. O envolvimento das populações locais, sensibilizando-as para esta temática é um caminho a percorrer, uma vez que só se pode proteger aquilo que se conhece. Por outro lado, convocar antigos trabalhadores (técnicas, artefactos e saberes) garante a perpetuação de uma determinada cultura técnica. Neste sentido, o território transforma-se numa enorme potencialidade, nomeadamente o de Lisboa. Espera-se que os roteiros de património industrial do eixo Alcântara-Belém e do eixo Oriental da cidade a desenvolver, num primeiro momento, possam contemplar a visita a antigas fábricas, seus escritórios, bairros operários ou outras estruturas sociais existentes, ou então já a alguns museus resultantes da descativação de muitas destas unidades produtivas. Trata-se de um projeto piloto aplicado a Lisboa, que se pretende, a longo prazo, ser alargado a todo o território nacional. Estão, assim, previstas várias parcerias essenciais para atingir os objetivos acima propostos: instituições de poder (locais ou de poder central), comerciantes locais, associações recreativas e culturais ligadas a bairro operários e museus.9102649porPatrimónio IndustrialArquitetura IndustrialCultura técnicaMuseologiaCircuitos pela tardia industrialização portuguesaconference objectLisboa entre dois mundoshttp://ihc.fcsh.unl.pt/patrimonializacao-sustentabilidade/