Basílio, Rita Gomes da Silva2017-05-302017-05-3020160010-1415PURE: 2204017PURE UUID: f54b6877-e951-46ae-bd96-8bbfc6013213Scopus: 85020030619http://hdl.handle.net/10362/20897UID/ELT/00657/2013 SFRH/BPD/100810/2014Somos do século, dizia Almada, de inventar as palavras que já foram inventadas. O presente ensaio remete para a obra de um dos maiores poetas portugueses: Manuel António Pina, o autor que também escreveu textos que dizemos ser “para crianças”. Interrogam-se então as palavras: o que quer dizer “criança”? O que se entende por “menor”? De que falamos, quando falamos de “literatura”? Cada livro é uma pedagogia destinada a formar o seu leitor, lembra Derrida. Para além de uma imortal Obra Poética, Manuel António Pina lega-nos, com ela, uma criativa pedagogia do literário e da “desaprendizagem” que solicita – é de isto que se ensaia falar.12201845porManuel António PinaLiteraturaDeleuze(Des)AprendizagemGeneral PsychologyLiterature and Literary TheoryQuem tem medo de Manuel António Pina?Who is afraid of Manuel Antonio Pina?In defense of children's literaturejournal articleEm defesa de uma literatura menor