Zink, RuiGomes, Carlos Manuel de Sousa2018-03-282018-03-2820082008http://hdl.handle.net/10362/33364O presente Trabalho de Projecto constitui a componente não lectiva do Curso de Mestrado em Edição de Texto, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, depois de concluída em 2006/2007, com êxito, a parte curricular. Esta investigação partiu da ideia inicial de abordar o lugar do texto no Processo Revolucionário em Curso (PREC), considerando os múltiplos materiais gráficos editados pelos emergentes e dinâmicos movimentos cívicos, políticos e sociais nos anos de 1974 e 1975. No entanto, ao longo da pesquisa efectuada, e perante a imensidão de caminhos possíveis, quer em relação aos textos, quer aos contextos, houve necessidade de objectivar e seleccionar apenas um material gráfico que pudesse ser exemplificativo de um dos mais ricos e conturbados períodos da História recente portuguesa. Do muito material recolhido, passível de constituir o corpus deste trabalho, a escolha recaiu sobre os primeiros vinte números da revista Gaiola Aberta, de José Vilhena, publicados entre 15 de Maio de 1974 e Agosto de 1975, que registam de maneira humorada e verrinosa o evoluir do PREC. Pela sua regularidade, irreverência, singularidade e capacidade de resumir um tempo, com as suas principais personagens e os seus mais importantes acontecimentos, através de cartunes, fotomontagens, caricaturas, ilustrações, entre muitos textos que contextualizam e satirizam uma época agitada e um povo desprevenido, mas desejoso de mudanças, a revista Gaiola Aberta reunia as características procuradas durante a investigação.porJosé VilhenaGaiola AbertaRevistas humorísticasCaricaturaFotomontagemProcesso Revolucionário em Curso (PREC)Partidos políticosEsquerda (Política)Liberdade de imprensaCrítica políticaA edição e a revolução : o caso da revista Gaiola Aberta, de José Vilhenamaster thesis