Simões, Catarina Anselmo Santana2020-04-022020-04-022019978-989-99567-3-5978-989-8492-42-5PURE: 17598165PURE UUID: fa4d8e90-0409-47d6-8118-7bee653e34bahttp://hdl.handle.net/10362/95537info:eu-repo/grantAgreement/FCT/SFRH/SFRH%2FBD%2F84622%2F2012/PT UID/HIS/04666/2019 UID/HIS/00749/2019 SFRH/BD/84622/2012A partir de meados do século XV, produtos, objectos e animais extra-europeus tornaram-se parte integrante do fausto cortesão em Portugal. Estes elementos exóticos tornaram-se numa presença constante no quotidiano áulico no Renascimento, desempenhando um papel importante em entradas régias e outras cerimónias públicas. Neste texto, propomos-nos a avaliar o peso dos animais extra-europeus nas descrições de Lisboa e Portugal produzidas no Renascimento por estrangeiros de passagem pelo país. Inicialmente, far-se á uma apresentação sumária das fontes utilizadas. De seguida, será apresentada uma síntese sobre a presença de fauna exótica nestas descrições.13907102porAnimais extra-europeuExóticoLisboaCorteCerimónias públicasAnimais extra-europeus nas descrições de Lisboa e Portugal por estrangeirosbook parthttp://iem.fcsh.unl.pt/ebooks/estudos21/