Abraços, Maria de Fátima2017-05-302017-05-302016978-90-256-1310-5PURE: 2149984PURE UUID: 2ac20dba-0ef9-4edd-b8d0-82b0ab686832http://hdl.handle.net/10362/21175UID/PAM/00417/2013Foi prática comum até meados do século XX, por não haver apoio à protecção e manutenção dos mosaicos in situ, transportá-los para os Museus de modo a acautelar o seu desaparecimento ou destruição. Este procedimento permite-nos ainda hoje poder usufruir da beleza de algumas destas peças, proceder ao seu estudo, monitorizá-las e preservá-las para fruição futura. Foi o Museu Nacional de Arqueologia (MNA) que, devido ao esforço do seu primeiro Director, José Leite de Vasconcelos, e do seu sucessor, Manuel Heleno, recebeu, até 1948, o maior número de mosaicos. O nosso estudo debruçar-se-á sobre o modo como foram guardados e preservados os mosaicos das colecções dos nossos museus.242089378porHIstória da ArteAntiguidadeArquelogiaMosaicosPortugalEspanhaMuseusConservaçãoRestauroMonotorizaçãoOs mosaicos romanos nas coleções dos Museus de Portugalbook partItinerários: paraísos guardados. Paraísos revelados