Leitão, AnaDuarte, JoãoMarques, Eduardo Miguel da Silva2021-03-082021-03-082021-012020http://hdl.handle.net/10362/113423Após a proibição da utilização de dióxido de titânio (E171) no mercado Francês, muitas empresas por toda a Europa decidiram começar a substituir este aditivo nos seus produtos. Recentemente em outubro de 2020 o Parlamento Europeu levantou uma objeção contra a proposta de emenda à especificação e utilização de E171, que foi aceite. Foi pedido à Comissão que aplique o princípio de precaução e que remova o E171 da lista de aditivos alimentares permitidos na União Europeia. Estes desenvolvimentos podem resultar na proibição de E171 num futuro próximo, que teria um impacto enorme dada a sua utilização em diversas aplicações. Este trabalho pretendeu testar diferentes estratégias de substituição de E171 em seis pré-preparados de creme de pasteleiro na Empresa X. As estratégias testadas foram misturas lácteas, corantes, e misturas emulsionantes. A substituição mais viável foi com emulsionante ME2 e foi submetida a avaliação de características organoléticas, colorimétrica, de estabilidade (calor e sinérese), de aplicação, de qualidade (pH e textura) e de custo financeiro. Os resultados indicaram que o emulsionante ME2 apresenta uma capacidade opacificante semelhante a E171 numa substituição de 1:5, no entanto resultam diferenças reológicas que necessitam ser avaliadas com maior detalhe. Este trabalho indica que neste tipo de produtos é possível substituir E171 utilizando emulsionantes.porDióxido de titâniosubstituição de E171aditivo alimentar corantecremes de pasteleiroEliminação de dióxido de titânio de cremes de pasteleiromaster thesis