Varela, RaquelAlcântara, Joana2017-05-302017-05-302016978-84-608-7860-5PURE: 2258422PURE UUID: c9111e8a-6f78-4d58-9651-ed21a98e581fORCID: /0000-0001-6121-1379/work/55235053http://hdl.handle.net/10362/21214UID/HIS/04209/2013 IF/00404/2015Neste artigo faremos o levantamento e análise dos conflitos sociais durante a revolução portuguesa – o processo que ficou conhecido por revolução dos cravos, que durou entre 25 de Abril de 1974 e 25 de Novembro de 1975. Na primeira parte deste artigo procuraremos fazer uma descrição e análise histórica dos principais movimentos sociais, operários, argumentando que é a dinâmica dos conflitos sociais que determina as mudanças governativas e institucionais que por sua vez atuam sobre estes conflitos. Centrar-nos-emos em quatro tipos de movimentos sociais: greves, manifestações, ocupações de fábricas/empresas e serviços públicos e ocupações de casas. Para construir este levantamento fizemos uma ampla pesquisa de fontes, muitas das quais inéditas, na Hemeroteca Municipal de Lisboa, no Arquivo Histórico das Comissiones Obreras em Espanha (Fundação 1.o de maio, Madrid), no arquivo do Centro de Documentação 25 de Abril, no arquivo do Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral, ambos em Lisboa, no arquivo histórico da Televisão Portuguesa (RTP) e nos Arquivos Internacional de História Social (Amesterdão) e National Archives (Reino Unido).18209832porGeneral Arts and HumanitiesConflitos sociais na revolução portuguesa (1974-1975)conference object