Reis, Célia2020-02-282020-02-2820191645-9199PURE: 15419689PURE UUID: 3b0a4f71-1ff2-40b7-9917-9c5d78bbbde9ORCID: /0000-0001-6650-2909/work/153028939http://hdl.handle.net/10362/93539UID/HIS/04209/2019Em novembro de 1912, Domingos Eusébio da Fonseca, diretor‑geral de Fazenda das Colónias, partiu para Londres, incumbido pelo Governo de negociar um acordo que permitisse o fornecimento inglês de matéria‑prima para a destilação de bebidas alcoólicas na Índia Portuguesa. Este objetivo ini‑ cial alargou‑se, integrando também o acordo de comércio do ópio, comum a Macau e a Hong Kong. Em ambos os casos estamos perante questões relevantes para a economia colonial, sempre dependente de espaços adja‑ centes, particularmente das colónias britânicas. No entanto, o posiciona‑ mento foi divergindo de acordo com as necessidades. Eusébio da Fonseca era, à data da par‑ tida, uma personagem envolta em controvérsias e sobre quem estava a ser realizado um inquérito parlamen‑ tar. O prolongamento da sua estadia aumentou a contestação, sobretudo partidária, aos seus interesses e aos resultados da missão.14192080porMacaucolóniasabcáriópioÍndiaA missão de Eusébio da Fonseca a Londres (1912-1913) e a economia da Índia e de Macaujournal article10.23906/ri2019.61a02http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?pid=S1645-91992019000100002&script=sci_abstract&tlng=enhttp://www.ipri.pt/index.php/pt/publicacoes/revista-r-i/arquivo-de-revista-r-i/2896-relacoes-internacionais-61