Bargão, AndréSilva, Rodrigo BanhaFerreira, SaraTeixeira, André2021-01-182021-01-1820202183-7082PURE: 27350862PURE UUID: 4c6b486f-7d3b-4b62-9415-a642fc2b186bORCID: /0000-0001-9132-2336/work/87549956ORCID: /0000-0001-5115-7145/work/151428360http://hdl.handle.net/10362/110389UIDB/04666/2020 UIDP/04666/2020Fundado em 1492, o Hospital Real de Todos-os-Santos revelou-se paradigmático em Portugal no que à assistência diz respeito. Inovador nos mais diversos campos merece especial atenção a inspiração arquitetónica renascentista, que se traduziu em novos hábitos no quotidiano hospitalar. De planta cruciforme e integrando quatro pátios, a água esteve presente através de, pelo menos, quatro estruturas hidráulicas/poços, cada uma afecta a um claustro e, consequentemente, às suas dependências térreas, no decorrer dos quase três séculos de funcionamento deste grande complexo público. Este texto analisa as estruturas hidráulicas do Hospital Real de Todos-os-Santos descobertas aquando das intervenções arqueológicas na Praça da Figueira na década de 60 e em 1999-2001, integradas nos vários momentos de reformulação arquitetónica do edifício, estudados no âmbito do projeto «Hospital Real de Todos-os-Santos: a Cidade e a Saúde». Além de elemento vital para o seu funcionamento, estas estruturas são um espelho de hábitos e atribuições funcionais dos espaços envolventes.153127097porArqueologia urbanaHidráulicaCerâmicaPoçosSaneamentoA água e a arquitetura no Hospital Real de Todos-os-Santos, Lisboa (séculos XVI-XVIII)The water and the architecture in the royal hospital of all saints, Lisbon (16th-18th centuries)the cloister structures in the archaeological recordjournal article10.37935/aion.v0i10.266as estruturas claustrais no registo arqueológicohttp://artison.letras.ulisboa.pt/index.php/ao/article/view/266