Saraiva, Maria Clara Ferreira de Almeida2017-11-162017-11-1620151519-843xPURE: 1225595PURE UUID: 17f43890-1b7c-4305-accb-6cb1232f7758http://seer.ufrgs.br/index.php/debatesdoner/article/view/61272/36189UID/ANT/04038/2013A morte implica a circulação de universos simbólicos, em que a noção de processo e a conceptualização do corpo são extremamente importantes, sobretudo na manutenção da relação com o espaço de origem. Neste texto, queremos mostrar que a morte é uma boa metáfora para pensar esta produção de lugares e espaços de pertença em contextos transnacionais. Estes laços e mobilidades são frequentemente acompanhados pela construção social e simbólica de espaços de pertença. Sublinhando a forma como as dimensões transnacionais dos fenómenos migratórios têm assumido uma crescente importância teórica e etnográfica, os argumentos aqui expostos serão analisados à luz do estudo de caso dos imigrantes da Guiné-Bissau em Portugal.249376523porMorteCorpoImigrantesTer o seu corpo morto aqui ou lájournal articletransnacionalismos funerários entre imigrantes da Guiné-Bissau em Portugalhttp://seer.ufrgs.br/index.php/debatesdoner/article/view/61272/36189