Carreira, Inês MatosPombo Cardoso, IsabelFaria, Paulina2021-02-162021-02-162021PURE: 27266165PURE UUID: b35e2f3d-03c3-4a19-a64d-fc7bc508ba7aORCID: /0000-0003-3328-6749/work/69443642ORCID: /0000-0003-0372-949X/work/88881708http://hdl.handle.net/10362/111964A terra como material de construção tem sido alvo de um renovado interesse por se enquadrar nas actuais preocupações ambientais e de eco-eficiência. De facto, é um material ecológico e economicamente eficiente, revelando também propriedades de optimização do conforto no interior de edifícios. As argamassas de terra apresentam, no entanto, uma limitação: a sua susceptibilidade à água. De forma a viabilizar a sua utilização de forma mais abrangente, em ambientes interiores e exteriores onde possa existir contacto com água, tem vindo a ser estudada a inclusão de agentes estabilizantes. Neste artigo apresenta-se uma revisão critica do efeito de estabilizantes mais comuns utilizados em argamassas de terra, nomeadamente: fibras vegetais; ligantes tais como sulfatos de cálcio, cais aéreas e cais com propriedades hidráulicas, cimento; e óleos. Verifica-se que alguns destes estabilizantes parecem melhorar a resistência da terra à água líquida. No entanto, na maior parte das vezes, essa melhoria ocorre em detrimento de outras propriedades importantes, que são também discutidas.661037porLigantesRebocosEstabilizantesSuscetibilidade à águaMinerais argilososArgamassas de terraEstabilização de argamassas de terraEarth mortars stabilizationA reviewjournal article10.14568/cp2019043Revisão