Brescia, Marco2024-11-052024-11-052024-10PURE: 94847102PURE UUID: ef68b538-c8fc-47a4-8387-4b71861b90efORCID: /0000-0002-5789-4493/work/148937806WOS: 001367241600024http://hdl.handle.net/10362/174649DL 57/2016/CP1453/CT0038 UIDB/00693/2020 UIDP/00693/2020A simetria visual e sonora do órgão ibérico terá o seu ponto culminante no conjunto de órgãos sêxtuplos da Real Basílica do Palácio de Mafra, erigidos pelos mestres organeiros António Xavier Machado e Cerveira e Joaquín Antonio Pérez Fontanes entre 1792 e 1807. O repertório poli-organístico mafrense era secundado por diretórios litúrgicos que reservavam a um maior grau de solenidade uma maior magnitude sonora, constituindo um dos pontos fulcrais do aparato ritual consagrador do poder régio.101925965porArquitetura sonoraAntónio Xavier Machado e Cerveira,Joaquín Antonio Pérez FontanesÓrgãos sêxtuplosReal Basílica de MafraArquitetura sonora dos órgãos sêxtuplos da Real Basílica de Mafrajournal article10.30827/quiroga.v0i23.0022https://www.webofscience.com/api/gateway?GWVersion=2&SrcApp=nova_api&SrcAuth=WosAPI&KeyUT=WOS:001367241600024&DestLinkType=FullRecord&DestApp=WOS_CPLhttps://revistaseug.ugr.es/index.php/quiroga/article/view/30241