Alpalhão, Margarida2018-07-112018-07-1120171645-927XPURE: 5407225PURE UUID: d9be88a5-8911-46ab-9aac-44e3f505333dORCID: /0000-0003-0803-4769/work/95795741http://revistas.ua.pt/index.php/formabreve/article/view/10952/9059UID/ELT/00657/2013O conto tradicional (português), formato genológico que radica num tempo imemorial, ontologicamente marginal ao cânone, constitui-se, ele próprio, como um reservatório de um significativo conjunto de sentidos onde o Imaginário do Mal ecoa particularmente. A bruxa assume, a um tempo, um rasto histórico e um imaginário do Mal. Personagem multifacetada, no conto tradicional português comunga, em grande parte, do Mal primordial da mundividência ocidental, mas não apenas… Personagem e persona da margem, a bruxa pode revelar-se central no conto, como na História. No sistema de construção de sentidos que o Imaginário permite, a bruxa congrega males, angústias, culpas e medos humanos. Esta proposta visa refletir sobre o Imaginário do Mal veiculado pelo conto tradicional e sobre a bruxa.9237042porWitchFairy taleImaginaryEvilHistoryO conto tradicional português e o Imaginário do Maljournal articleThe traditional Portuguese tale and the Imaginary of Evilhttp://revistas.ua.pt/index.php/formabreve/article/view/10952/9059