Dias, Isabel Maria de Barros2025-01-152025-01-152021978-972-36-1917-1PURE: 106210525PURE UUID: 32ee04c2-faea-4989-adb5-ba39c5ba0242http://hdl.handle.net/10362/177498UIDB/ELT/00657/2020 UIDP/ELT/00657/2020As páginas iniciais de Um Cancioneiro para Timor incluem um diálogo entre um “Eu” e um “Ele” que questiona diversas opções tomadas na composição desta obra. A um outro nível, a “Introdução” também nos dá conta da importância da poesia trovadoresca galego-portuguesa no processo de aproximação entre os dísticos dos “cancioneiros” timorenses e a poesia ocidental, diálogo de que emerge o livro de Cinatti. O presente estudo aborda estes vetores dialógicos, tendo ainda em consideração as recolhas de dísticos em bunak, identificadas na Biblioteca João Paulo II da UCP, no quadro do Projeto “Ruy Cinatti, etnógrafo e poeta”. Alguns destes dísticos terão inspirado poemas de Um Cancioneiro para Timor, o que permite perspetivar o diálogo poético que o autor estabeleceu com as suas fontes.156441099132516porRuy CinattiUm Cancioneiro para TimorCancioneiros BunakDiálogoPoéticaEm diálogo com “O Timorense”book partUm Cancioneiro para Timor, ponte poética entre o oriente e o ocidente