Lopes, Silvina Rodrigues2025-01-142025-01-1420192184-206XPURE: 106097263PURE UUID: 587b0084-4c45-477e-838a-334473011789http://hdl.handle.net/10362/177436UID/ELT/00657/2019Trata-se de recusar a subordinação a figurações teológicas – entre as quais as do universalismo abstracto e do economicismo – que, no século XX, foram sendo convertidas na ideia de uma máquina absoluta, designada como “economia do conhecimento”, a qual tem como programa o desenvolvimento da tecnociência no sentido da aquisição de um poder no qual a humanidade se ultrapassa. A hipótese de concretização desse poder coloca-se com o modelo económico moderno, embora já antes do Renascimento, nos começos do século XIV e XV, a máquina-deus e a máquina-enriquecimento se apoiassem reciprocamente. Acumulação de riqueza e tráfico moderno de escravos reúnem-se como signos de “des-humanidade” (impiedade) que participam do começo do capitalismo25278899porEconomicismoConhecimentoFigurações teológicasSalvaguarda da fragilidadejournal articlesobre a desconcertante concertaçãohttps://revistadobra.weebly.com/dobra-mdash-3.html