Lousa, Maria TeresaGonçalves, Ana Maria do Nascimento2019-03-272019-03-2720182358-0437PURE: 11785962PURE UUID: 85860bd5-3ba1-4256-ac09-0fbc6c5ab952http://periodicos.unespar.edu.br/index.php/sensorium/article/view/2201UID/HIS/04666/2013Este artigo visa apresentar uma pequena reflexão sobre a origem feminina da Tapeçaria Contemporânea Portuguesa (TCP), partindo de uma breve contextualização alicerçada na História da Arte e a sua relação com a questão de Género. Para refletir especificamente sobre o caso da TCP que, desde cedo, teve raízes no associativismo contando com mulheres portuguesas e estrangeiras a residir em Lisboa, precisamos recuar até à fundação do Grupo 3.4.5. – Tapeçaria Contemporânea Portuguesa (1978) e debruçarmo-nos sobre o percurso artístico de Maria Flávia de Monsaraz (1935) e de Gisella Santi (1922-2006). Foram essencialmente estas duas figuras que, num contexto extremamente adverso à afirmação da mulher artista, lançaram as bases do que hoje é aceite, tanto em contexto institucional como académico, como arte têxtil de pleno direito.182757167porArte Têxtil ContemporâneaMulheres ArtistasPortugalGéneroTapeçariaGeneral Arts and HumanitiesTapeçaria contemporânea portuguesa e sua origem no femininojournal articleFiguras Fundadoras: Maria Flávia de Monsaraz e Gisella Santihttp://periodicos.unespar.edu.br/index.php/sensorium/article/view/2201