Zink, Rui2012-01-242012-01-2419960871-2778http://hdl.handle.net/10362/6880pp. 201-207Ainda digerindo o sucesso do seu romance «histórico» Um deus passeando pela brisa da tarde, Mário de Carvalho publica um «divertimento » de uma actualidade que se quer total em tomo de um protagonista que, vencido da vida, termina alistando-se no PCP como modo de se reencontrar consigo próprio e, talvez, com os outros. A questão a colocar é a seguinte: que mundo é este em que obter o cartão de militante do Partido Comunista é o bálsamo possível para as dores e fmstrações de um português de meia-idade? Não é contudo a essa que nos propomos responder, antes a uma mais modesta mas mais ao alcance das nossas virtudes: quais as motivações do protagonista?porEvolução na continuidade?journal article